Proposta de Bolsonaro pretende acabar com Farmácia Popular e outros 3 benefícios

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Criado em 2004 pelo Presidente Lula, o Programa Farmácia Popular atende cerca de 20 milhões de pessoas e seu objetivo é oferecer, por meio de estabelecimentos próprios ou de farmácias privadas credenciadas, medicamentos gratuitos ou a preços reduzidos. Os descontos chegam a 90%.

Para alcançar um benefício médio de R$ 247 mensais ao Renda Brasil, programa que deve substituir o Bolsa Família, o ministro da Economia, Paulo Guedes, avalia extinguir o Farmácia Popular. O aumento seria de apenas R$ 57 a mais do que o valor pago pelo Bolsa Família.

A pretensão do Governo Bolsonaro é desumana e burra, pois retirará da população mais pobre o acesso a medicamentos principalmente de uso contínuo para doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e cardiopatias. A falta de tratamento levará ao agravamento de comorbidades que custarão muito mais caro ao país.

A proposta também sugere acabar com outros 3 benefícios que o governo considera ineficientes:

  • o abono salarial do PIS/PASEP, que é um benefício anual de um salário mínimo voltado para quem ganha até dois salários mínimos no ano anterior;
  • o salário família, pago a trabalhadores formais e autônomos que contribuem para a previdência social e que é pago conforme o número de filhos;
  • o seguro-defeso, pago a pescadores artesanais no período de reprodução dos peixes, quando a pesca é proibida.

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